quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Recriando materiais de leitura

Para o texto tornar-se algo de si mesmo os alunos exploram, questionam, problematizam-no,
lendo-o de diversas maneiras, após planejam uma abordagem diferente, criativa para aprensentá-lo ao grupo. O objetivo maior é diversificar os encontros com a leitura e produção de ideias, vivenciando situações de leitura mais exigente e, ao mesmo tempo, prazeirosa. (Fonte: Escola e sala de aula- mitos e ritos- Ivany Souza Ávila-org. texto- págs 117 a 125)
O texto de entrevista, a seguir é um exemplo dessa situação de aprendizagem:
"Debater e opinar estimulam a leitura e a escrita." Ana Teberosky
Para a educadora argentina, nas sociedades em que se valoriza a interação entre as pessoas e a cultura escrita, o processo de alfabetização é mais eficiente.
Pesquisadora da alfabetização, demonstrou que a aquisição das habilidades de leitura e escrita dependem muito menos dos métodos utilizados do que da relação que a criança tem, desde pequena, com a cultura escrita.
Acreditar que um aluno pode aprender é a melhor atitude de um professor para chegar a um resultado positivo em termos de alfabetização. Um professor que não acha que o estudante seja capaz de aprender é semelhante a um pai que não compra uma bicicleta para o filho porque este não sabe pedalar. Sem a bicicleta vai ser mais difícil aprender! (Mônica Cofferri e Thaís Benincá)
Não existe forma correta de alfabetizar, existe a opinião de cada um,
para podermos dar esta opinião devemos ter um estudo das práticas pedagógicas antes de fazer qualquer análise. (Cristiane R e Kelly)
O computador ajuda na alfabetização pois no teclado, estão todas as letras e símbolos que a língua oferece. (Aline e natália - 31 A)
É importante a atuação do professor como escriba em uma classe onde os alunos não estão alfabetizados, pois assim a criança percebe a organização da escrita e diferencia linguagem falada da escrita. A criança vê seu texto se concretizar. (Ana e Anita - 31 A)

É possível alfabetizar em classes numerosas?

Segundo Ana Teberosky - Depende da quantidade de alunos. Em quatro horas de aula por dia com 40 crianças, é muito difícil e eu não saberia como fazer... Seria melhor se cada sala tivesse de 20 a 25 alunos. Bárbara Aline Gräff e Luana Aline Nied – 31B

A responsabilidade quando a criança não é alfabetizada, é de todos. Esta errado, quando a escola acredita que a alfabetização se dá em etapas e primeiro ensina as letras e os sons, e mais tarde induz a compreenção do texto, se há separação entre ler e dar sentido fica dificil para compreender os dois juntos. (Suélen de Castro e Marina Gregory- 31B)

O Método Fônico e a psicogênese da língua escrita são incompatíveis

A psicogênese explica o processo de aprendizagem da língua escrita e não é considerado um método, mas sim uma teoria. Para a psicogênese é importante levar em consideração não somente o código específico da escrita, mas também a cultura e o ambiente da realidade da criança. A psicogênese não é incompatível com o método fônico, porém acha que a compreensão de textos e o código da língua devem ocorrer ao mesmo tempo.(Taís Iasmin Schmitz e Luana Marques-31A)



O ambiente alfabetizador é aquele em que encontramos vários tipos e gêneros textuais: jornais, revistas, contos de fadas, livros dos mais variados assuntos, propagandas de lojas, supermercados, lendas, entre muitos outros. Este ambiente é muito importante para o alfabetizando, pois propicia-lhe o mundo letrado, familiarizando-os com as letras e estimulando-os a aprenderem a ler e escrever.

NOMES: Maiara Weschenfelder e Katiane Magda Webers.
TURMA: 31 A

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Profa. Vyvian Ceres Kontz, formada em Pedagogia Magistério, Especialização em Psicopedagogia, Especialista no PEI-Programa de Enriquecimento Instrumental pelo Cenro de Desenvolvimento Cogntivo do Paraná.